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Prazer, eu sou o Wellington

Se você já me conhece, bem-vindo ao meu site. Se ainda não, deixa eu me apresentar.

Meu nome é Wellington Nogueira. Sou paulistano, tenho 57 anos, casado há 24 com a Mara e pai do Theo.

Em 1991, fundei a associação pioneira Doutores da Alegria – e acho que essa história você conhece! Depois de 25 anos defendendo uma causa pública, enxerguei uma oportunidade de fazer parte de um grupo de cidadãos motivados a mudar o jeito de fazer política no país. Ingressei no RenovaBr e sou candidato a deputado federal pela Rede Sustentabilidade.

Tenho plena convicção de que este é o momento de renovar a política e precisamos eleger pessoas com histórico de vida em prol da sociedade. Eu me sinto preparado. Ética, amor por servir e minha história de vida são os valores que carrego para esta nova missão!

Por que quero ser Deputado Federal?

Em todos estes anos como empreendedor social, percorrendo o país, acumulei uma tremenda experiência.
E quero levar tudo isso pro Congresso Nacional.

Tenho uma história

Fiquei 25 anos à frente do Doutores da Alegria. Trabalhei com integridade e zelo, liderando uma organização referência na transparência e reconhecida pelo impacto de suas ações.

Quero ser protagonista

Ao ver o cenário político atual, decidi não ficar à margem, não ser coadjuvante. E para isso estou sendo preparado pelo RenovaBR, iniciativa da sociedade civil que forma lideranças políticas no Brasil.

É hora de ocupar a política

Por que não fazer parte de uma oportunidade de renovar o nosso Congresso com gente que sempre defendeu causas públicas? O momento é este.

Quero ser a ponte entre o social e a política

Enquanto empreendedor social, percorri o Brasil todo e conheci pessoas que trouxeram soluções altamente inovadoras, de baixo custo e alto impacto social para suas comunidades. Por que não escalar essas iniciativas?

Acredito que o Brasil tem cura

O hospital público é a radiografia dos problemas sociais do Brasil, da violência urbana à falta de saneamento básico, tudo desemboca lá. Mas aprendi a olhar para o que está saudável e deve ser potencializado.

Sonho com uma sociedade saudável

Eu sempre soube que a felicidade não vem do sucesso, da carreira, do dinheiro, mas sim das relações que a gente constrói na vida. É por isso que sonho em construir uma sociedade onde existam mais espaços de convivência saudáveis.

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A minha História

Tudo começou quando eu decidi estudar na Academia Americana de Teatro Dramático e Musical de Nova Iorque.
Descobri o impacto da atuação do artista profissional no hospital e resolvi trazer esta experiência para o Brasil.

  • 1980

    Comecei a lecionar Inglês no Cursinho Objetivo, em São Paulo, e me encantei com a possibilidade de conversar com uma plateia muito especial: meus alunos!

  • 1984

    Fui estudar Teatro Musical na Academia Americana de Teatro Dramático e Musical de Nova Iorque.

  • 1988

    Entrei para o elenco do primeiro grupo de palhaços profissionais que visitavam crianças hospitalizadas no mundo: The Big Apple Circus Clown Care Unit, de Nova Iorque, fundada pelo ator e palhaço Michael Christensen.

  • 1991

    De volta a São Paulo fundei Doutores da Alegria, organização pioneira, premiada e reconhecida internacionalmente por inserir a arte do palhaço no universo da saúde, contribuindo com a humanização hospitalar.

  • 1996

    Comecei a percorrer o Brasil dando palestras e formações para profissionais de saúde, executivos e estudantes de Medicina, Enfermagem e outros na área da Saúde. Sigo até hoje.

  • 1997

    Doutores da Alegria recebe o Prêmio Criança, concedido pela Fundação Abrinq Pelos Direitos da Criança, em favor das iniciativas que melhoram a qualidade de vida das crianças e jovens do Brasil.

  • 1998

    Fui reconhecido como empreendedor social e fellow da organização Ashoka por trazer soluções inovadoras para problemas sociais. Também fui presidente do conselho da organização por onze anos. Tornei-me palestrante de diversos programas da Amana-Key. Sigo até hoje.

  • 1999

    Doutores da Alegria é reconhecida pelo Prêmio Habitat da ONU como uma das 40 Melhores Práticas Globais.

  • 2005

    Participei do documentário “Doutores da Alegria – O filme”, considerado o melhor filme no Festival Brasileiro de Nova Iorque

  • 2006

    Escrevi o livro Doutores da Alegria – O Lado Invisível da Vida.

  • 2007

    Tornei-me professor da Pós-Graduação de Educação Lúdica no Instituto de Ensino Superior Vera Cruz, em São Paulo. Segui até 2014.

  • 2009

    Doutores da Alegria recebe o Prêmio Cultura e Saúde, do Ministério da Cultura em articulação com o Ministério da Saúde. O prêmio aponta o papel relevante de ações artísticas e culturais no âmbito da saúde.

  • 2014

    Fui reconhecido como fellow do Institute for the Future (Califórnia), onde atuei com outras mentes brilhantes e inquietas para pensar “futuros possíveis” no campo do trabalho e da alegria.

  • 2017

    Fui selecionado pra participar do RenovaBr, uma iniciativa da sociedade civil que forma lideranças políticas no Brasil.

  • 2018

    Aceitei o convite para ingressar em um partido que busca se destacar pela diferença e inovação na forma de se fazer política. Sou pré-candidato a deputado federal por São Paulo.

Como Você Pode me Ajudar

Minhas Propostas

Os projetos prioritários aos quais quero me dedicar envolvem a minha história como empreendedor social. Estou comprometido com as pautas da saúde, da educação, da cultura, mas também sigo aprendendo e com a escuta aberta para o que as pessoas me trazem.

A saúde universal e gratuita promovida pelo SUS é um direito fundamental que contribuiu com a qualidade de vida dos brasileiros. O sistema é referência internacional, com muitas ilhas de excelência e progressos em seus 30 anos de existência. Em 25 anos atuando junto a hospitais públicos, conheço de perto esta realidade!

O Brasil destina para a saúde um percentual semelhante ao de países como França e Alemanha, mas ainda insuficiente para as necessidades da população. O recurso é mal gerenciado, marcado por fraudes, desperdício e corrupção. Além disso, em todo o mundo, os recursos para a saúde pública vêm aumentando. Em nosso país, os gastos mantiveram-se estáveis, enquanto a população cresce e envelhece. Ao mesmo tempo, a população adquire seguros e planos de saúde cujos valores aumentam fortemente à medida que os usuários envelhecem.

As políticas públicas de saúde devem seguir a diretriz de reduzir as desigualdades econômicas e sociais. Vou me aprofundar a acompanhar os dilemas do SUS e dos planos e seguros de saúde para apontar soluções que melhorem as condições de acesso e tratamento para a população, garantindo o que diz a Constituição: saúde é direito de todos e dever do Estado!

Propostas
• Divisão do SUS em 400 regiões de até 500 mil habitantes como arranjos locais de saúde e saneamento otimizando recursos, especialidades, distribuição de atenção básica e diferentes níveis de complexidade e maior equilíbrio de governança entre as instâncias federal, estadual e municipal
• Fortalecimento de práticas de humanização na saúde
• Jornada de 30 horas para profissionais de saúde no atendimento intensivo
• Fortalecimento das práticas complementares do SUS

A primeira infância é o período que vai da gestação até os seis anos de idade. São estes primeiros anos de vida que formam o alicerce para o desenvolvimento pleno de uma criança. Este alicerce deve ser amparado pela família e pela comunidade com o apoio de políticas públicas.

Evidências científicas mostram que investir na primeira infância custa menos que tentar reverter ou mitigar os efeitos das adversidades precoces posteriormente. Esta criança que foi estimulada desde cedo torna-se um adulto que não depende do Estado, ao contrário contribui para o crescimento da nação.

Propostas

• Mecanismos fiscais de incentivo à empresa que cuida da funcionária gestante, no puerpério e no processo de maternagem
• Monitoramento, fiscalização e produção de informação sobre os planos locais de primeira infância (quantidade e qualidade das creches, comparativos de OS e públicas)
• Mecanismos de incentivos a arranjos locais de apoio ao desenvolvimento infantil como coworkings familiares, creche parental, creches comunitárias
• Fortalecimento das redes, conselhos e comitês de proteção à criança

Como empreendedor social, conheci um país que dá certo, conheci pessoas com ideias inovadoras de baixo custo e alto impacto para suas comunidades.

Nesta rede, há empreendedores sociais que atuam com educação, com saúde, com meio ambiente, com direitos humanos, com economia de forma eficiente e sustentável. E muitas destas soluções para problemas sociais podem (e devem!) ser escaladas em nível nacional.

Pretendo representar o novo ecossistema dos negócios de impacto social, as empresas B, o Capitalismo Consciente. O Brasil ainda não tem leis que atendam a este setor, uma legislação que premie e promova os negócios que causam impacto social e ambiental positivo. Além disso, existe a preocupação de criar uma nova legislação para as doações, fomentando a filantropia.

Acredito que deveríamos ter uma bancada de inovação social! A minha proposta é ser a ponte entre o setor social, os negócios de impacto, a filantropia e a política, trazendo boas ideias e soluções pra dentro do Congresso Nacional.

Propostas

• Fortalecimento de políticas que estimulem um ambiente econômico favorável à indústria 4.0 combinada com negócios socioambientais de impacto
• Legislação para Empresas B
• Desburocratização do empreendedorismo
• Estudo do blockchain e outras soluções como alternativa para agilidade no registro de marcas e patentes
• Mecanismos fiscais e tributários de incentivo às Empresas B e negócios socioambientais de impacto
• Fortalecimento do terceiro setor aprimorando sistemas de doações e benefícios fiscais

Vivemos em um apartheid cultural. A política cultural brasileira, que se dá através das leis de incentivo fiscal, ainda não conseguiu democratizar o acesso à cultura.

Em 2017, o total de recursos para a Cultura foi de apenas 0,27% do PIB. E a parcela realizada com as leis de incentivo vem crescendo de maneira significativa, chegando a 67% do gasto realizado com a Cultura em 2015.

Toda vez que se fala em cortar gastos, a cultura precisa provar seu valor. Mas é mais do que sabido que a cultura enobrece as relações sociais e reduz os focos de tensão e violência, elevando a autoestima e o sentimento de pertencimento do nosso povo. É a cultura que nos une como brasileiros, que nos aproxima, nos identifica!

Hoje a Constituição garante o efetivo exercício dos direitos culturais, o acesso às fontes da cultura nacional e a liberdade das manifestações culturais. Mas o consumo da produção cultural do país esbarra na exclusão sociocultural. Apesar de grandes espetáculos terem eclodido nos últimos anos, há uma imensa carência nas periferias e no interior, onde a diversidade cultural acontece.

Eu sou artista, formado em Artes Cênicas, e inseri a arte do palhaço dentro do contexto hospitalar. Como empreendedor social, criei um projeto que convida artistas para levarem sua produção cultural para dentro de hospitais públicos. É com essa bagagem que vou lutar pela valorização e pela democratização da cultura.

Propostas

• Fortalecimento de políticas que ajudem a posicionar a cultura como eixo estratégico de desenvolvimento, gerando emprego, renda, conhecimento, fruição artística e identitária
• Mecanismos fiscais de investimento em HUBs criativos, pontos de cultura, e projetos culturais via leis de incentivo
• Mecanismos de estímulo e abatimento fiscal para doação de pessoas físicas a projetos culturais
• Mecanismos de fortalecimento e regulação de plataformas de crowdfundings, crowdsourcing e matchfundings
• Mecanismos de fortalecimento e regulação de fintechs e programas de investimentos de impacto socioambiental
• Mecanismos de incentivo à economia criativa, colaborativa e compartilhada

O Congresso Nacional custa R$ 1,1 milhão por hora (fonte: Jornal do Brasil de 25/07/2017). Na Câmara, cada um dos 513 deputados federais pode ter até 25 assessores. Já no Senado, alguns dos 81 senadores da casa têm mais de 80 assessores. Assim, para que o Congresso funcione, são necessários quase R$ 1 milhão por hora. Ou aproximadamente R$ 10 bilhões por ano.

E o que o Congresso tem entregado de volta à população? O retorno sobre o investimento (ROI) aqui é mais do que desequilibrado. Um estudo da organização Transparência Brasil revelou que o Brasil tinha, em 2007, o segundo custo mais alto para manter cada parlamentar, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Assim, o nosso sistema político não está gerando representantes, ele está gerando oportunistas! Acabar com as regalias seculares dos nossos políticos vai sanear muito do desperdício feito à custa de quem investe quatro meses do seu trabalho para pagar impostos: o cidadão brasileiro.

Propostas

• Incentivo e aplicação de tecnologias de transparência, gestão e governança no Congresso e no Executivo
• Medidas de combate à corrupção
• Fim dos privilégios de políticos, como a redução de custos de gabinete
• Grupos de trabalho sobre reformas

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Se você também acredita que o Brasil tem cura, vem comigo.

Estamos Juntos!

Eu fico muito feliz com a quantidade de pessoas estão demonstrando apoio à minha candidatura! Tá todo mundo dizendo “Wellington, em você eu voto com alegria!”.

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